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Transparência e LGPD

Política de privacidade do GSIPTV Brasil: o que o site registra e por quê

O site não pede cadastro, e-mail nem senha. Mesmo assim, ele anota informações técnicas das visitas e dos cliques no WhatsApp. Aqui estão todas, em linguagem direta.

Atualizado em · Equipe GSIPTV Brasil

A política de privacidade a seguir cobre três momentos: a leitura das páginas do GSIPTV Brasil, o toque num botão de WhatsApp e a conversa com a equipe. Para cada um, dizemos quais informações entram, para que servem e o que você pode pedir de volta, nos termos da Lei nº 13.709/2018, a LGPD. Nada aqui descreve recursos que o site não usa.

As regras do teste grátis, dos planos e do uso do acesso estão nos termos de uso. Pedidos sobre os seus dados são feitos pelo mesmo WhatsApp da página de atendimento.

O que o site registra em cada visita

Quando uma página carrega, um script de estatística grava um registro técnico da visita. Ele não acessa fotos, contatos, microfone, câmera ou localização por GPS, e não pede nenhuma informação a você. Os campos registrados são estes:

Campos do registro de visita
DadoO que significa
Identificador de visitante (visitor_id)Código aleatório criado no seu navegador e guardado nele, para reconhecer visitas repetidas sem saber quem você é
Identificador de sessãoCódigo aleatório que vale só enquanto a aba estiver aberta
Referência de entradaSite, buscador ou rede social de onde você veio e parâmetros de campanha do link, quando houver
Página e domínioEndereço da página aberta e o site da rede em que ela está
Navegador e idiomaIdentificação do navegador e do sistema (user agent) e idioma configurado
ResoluçãoTamanho da tela do aparelho e da janela do navegador
Fuso horárioFuso configurado no aparelho, além da data e hora do registro

Cliques no WhatsApp e conversas com a equipe

Cada toque num botão de WhatsApp gera um registro com a identificação do botão, o endereço da página de origem e os mesmos campos técnicos da tabela. Além disso, a primeira página aberta em cada sessão dispara um evento de acesso. Com essas contagens, a equipe descobre quais guias de fato levam as pessoas a pedir ajuda.

A conversa acontece dentro do WhatsApp, que segue a política de privacidade do próprio aplicativo. Nela você compartilha o número, o nome do perfil e as mensagens; se quiser, também fotos da tela, modelo do aparelho, cidade ou país. Na assinatura entram os dados necessários para confirmar o pagamento. Tudo isso é usado para liberar o teste, enviar o acesso, orientar a instalação e combinar renovações.

Por segurança: a equipe nunca pede o código de verificação do seu WhatsApp, senhas de banco ou o número completo do cartão. Se alguém pedir, encerre a conversa.

No legítimo interesse, usamos o mínimo necessário e não combinamos os dados de navegação com outras bases para montar perfis individuais. Você pode se opor a esse tratamento a qualquer momento.

  • Estatísticas do site e melhoria dos guias (visitas, páginas, navegador, resolução, fuso): legítimo interesse, art. 7º, IX da LGPD.
  • Saber de onde chegam os visitantes (referência de entrada e campanha): legítimo interesse, art. 7º, IX.
  • Medir quais páginas levam ao atendimento (cliques no WhatsApp): legítimo interesse, art. 7º, IX.
  • Teste, suporte e envio do acesso (número, perfil e mensagens): procedimentos preliminares e execução de contrato, art. 7º, V.
  • Confirmação de pagamentos e registros obrigatórios: execução de contrato e cumprimento de obrigação legal, art. 7º, V e II.

Onde os dados ficam, com quem são compartilhados e por quanto tempo

Os registros de visita vão para um banco de dados em nuvem, e os eventos de acesso e de clique seguem para um serviço de automação usado pela equipe. O site é entregue por um provedor de hospedagem, que processa dados técnicos da conexão para exibir as páginas. Esses fornecedores atuam como operadores e seguem as nossas instruções; alguns podem manter servidores fora do Brasil, e nesse caso a transferência observa o art. 33 da LGPD.

Não vendemos nem alugamos dados. Além dos fornecedores citados, o compartilhamento só ocorre com autoridades, quando houver ordem ou exigência legal. Os dados de navegação ficam guardados enquanto forem úteis para as estatísticas; as conversas, enquanto houver relação com você; e os registros de pagamento, pelo prazo que a lei determinar. Depois disso, são eliminados ou anonimizados.

Seus direitos e como fazer um pedido

Pelo art. 18 da LGPD, você pode confirmar se tratamos seus dados, acessá-los, corrigi-los, pedir anonimização, bloqueio ou eliminação do que for desnecessário, solicitar portabilidade, saber com quem foram compartilhados e se opor ao tratamento baseado em legítimo interesse.

Para exercer qualquer um desses direitos, envie uma mensagem no WhatsApp começando com a palavra "Privacidade" e diga o que deseja. Para localizar dados de navegação, informe o aparelho e o navegador usados. A resposta completa segue o prazo de até 15 dias previsto na lei, e você também pode recorrer à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

Se você é um brasileiro morando fora do país, a lei do lugar onde vive pode lhe dar direitos adicionais. O pedido é feito pelo mesmo canal, e a equipe responde em português.

Menores de idade, encarregado e atualizações

A contratação do serviço é destinada a maiores de 18 anos. O contato do encarregado pelo tratamento de dados é o próprio WhatsApp oficial, e mensagens marcadas como "Privacidade" são tratadas à parte das dúvidas técnicas.

Esta política muda quando o site passar a registrar algo diferente; a data de atualização indica a versão em vigor. Para conhecer a equipe e a proposta do serviço, leia a página sobre o GSIPTV Brasil.